Solidariedade

Solidariedade
Foto: Blog "tododiaumtextonovo"

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Site do SOAMA - DEPOIS DISSO VOCÊ SE ACHA MELHOR QUE UM ANIMAL????



Sofia, achada em um lixão e depois de bem tratada e recuperada. Pode um ser que se diz humano abandonar um animalzinho inocente nessas condições???




Os animais não podem falar e não podem pedir socorro das crueldades do ser humano. São seres que merecem nosso amor e nosso respeito. Com a nossa bondade, sensibilidade e boa vontade podemos mudar esta situação. É isso que move os voluntários da SOAMA (Associação Amigos dos Animais), uma entidade sem fins lucrativos que olha pelos cães e gatos abandonados da cidade de
Caxias do Sul - RS. A cidade é a segunda maior cidade do Estado e tem um número muito grande de animais de rua e casos de maus-tratos
.

A SOAMA nasceu em 1998 no lugar da ARPA (Associação Riograndense de Proteção aos Animais). Nós temos um estatuto, uma sede cedida pela Prefeitura Municipal, um pequeno grupo de voluntários apaixonados pela causa dos vira-latas, um site e muitos projetos. Mantemos nossa entidade com doações da comunidade e através de um convênio com a Prefeitura.

Não podemos ajudar todos que buscam a SOAMA e não podemos ajudar todos os animais que estão sofrendo, mas tentamos fazer o melhor que podemos. Críticas não construtivas não diminuem a nossa motivação. Sabemos que o nosso trabalho é de formiguinha, que temos um longo caminho a percorrer, que a luta é árdua, mas temos uma certeza: não podemos deixar nossos amigos sofrer em silêncio e queremos ensinar as pessoas que eles merecem uma chance de ser feliz e isto está nas mão de todos nós.
ABANDONAR OU MALTRATAR ANIMAIS É CRIME.

Abandono configura maus tratos previstos na Lei 9605 de 1998, cujo artigo 32 diz:

Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime. A pena é de detenção de 3 meses a l ano. e também pagamento de multa. A pena é aumentada de l sexto a l terço, se ocorrer a morte do animal.

A regulamentação desta legislação está definida no Decreto 3.179, de 21 de setembro de 1999. Os animais domésticos estão contemplados no artigo 17 da Seção I, capítulo II: "Praticar ato de abuso, maus-tratos ... multa de R$500,00 a R$2.000,00, com acréscimo por exemplar excedente."

Por referirem-se a crime, as denúncias devem ser encaminhadas a Departamentos Policiais (DP).

Deve-se ir até uma delegacia e fazer a ocorrência. Assim estar-se-á valorizando os direitos dos animais e contribuindo para diminuir a irresponsabilidade e a impunidade.

Na delegacia, procurar o escrivão de polícia e relatar o fato ocorrido, com base no artigo 32 supra mencionado.

A ocorrência deve ser registrada. Não havendo atendimento satisfatório, procurar a Ouvidoria ou a Corregedoria da Polícia Civil, tendo à mão o nome da equipe que lhe atendeu na Delegacia. Em ultima instancia, o Ministério Público é o órgão de controle da Polícia Civil.

Não se omitir ao ver um animal ser abandonado. Deve-se tentar impedir - conscientizando o dono ou anotar a chapa do carro e proceder conforme a orientação dad

AJUDA À SOAMA

Doe material de construção, jornal, casinhas, madeira, potes de plástico, ração, coleiras, correntes, cobertinhas, etc.

Converse com amigos, familiares, vizinhos sobre a importância da castração para evitar o abandono de filhotes e adultos nas ruas.

Seja um dono responsável: alimente seu mascote com ração, leve-o para passear, mantenha limpa a sua casinha e potes, zele pela sua saúde, evite crias indesejadas, recolha a sujeira do seu amigo.

Contribua com dinheiro: possuímos uma conta bancária ou opte por um carnê que pode ser pago em qualquer lotérica. Este dinheiro nos ajudará na compra de remédios, nas castrações, na compra de ração, na melhoria da estrutura da chácara, etc.

Adote um focinho carente na chácara ou nas campanhas de adoção que acontecem quase todos os domingos no estacionamento ao lado da Prefeitura. Estes animais sofreram o abandono, maus-tratos, passaram fome, frio, ficaram doentes, foram espancados... São animais carentes, dóceis e esperam um lar amoroso com muita ansiedade.

Compre nossas camisetas, chaverinhos, bonés, etc. O dinheiro das vendas é todo revertido para os animais. Recolha os animais doentes e atropelados que você por acaso encontrar. Faça a sua parte, procure um veterinário, anuncie no jornal, procure um lar para ele se você não puder adotá-lo. Não espere que os outros façam aquilo que você pode fazer!

Preste Atenção: Os produtos da Soama são vendidos com preço tabelado. Não compre se o valor não for o certo! As tabelas de preços encontram-se nos postos de venda! Os produtos nestes lugares são consignados.

Não deixe de identificar seu bichinho mesmo que ele fique em casa. Coloque na coleira uma medalhinha ou escreva por dentro um número de telefone para que caso ele se perca, ele possa ser devolvido. O número de animais perdidos é grande e com este cuidado, seu animalzinho estará protegido.


Doação de e ração e outros ítens
POSTO DE COLETA: Central de Rações- Rua Marcílio Dias esquina com a Av. Independência, na antiga Nigavel, Bairro Exposição, atrás da Prefeitura. Fone 30255935.
OBS: Aceitamos qualquer doação: ração, potes plásticos, jornais, paninhos, etc.

DOAÇÕES PARA O BRECHÓ CHIC-CÃO DA SOAMA
Todo o início de mês estamos na UCS com o Brechó Chic-Cão da entidade. Precisamos de doação de roupas, acessórios, livros, cds, enfeites, tudo o que for legal, estiver em boas condições e que ninguém queira mais.
As doações podem ser entregues na Doce Encanto que fica na Rua Guia Lopes, entre a Pinheiro Machado e a Júlio.

Doação em dinheiro:
Unibanco 0211, conta corrente 210274-0 em nome de SOAMA-Sociedade Amigos dos Animais
O CNPJ da entidade, para depósitos via doc é 02.831.701/0001-06

Carnê:
Temos um carnêzinho com 12 boletos que podem ser pagos nas lotéricas. O mínimo da contribuição é de R$ 15 reais por mês. Trimensalmente, enviamos um jornalzinho para quem nos ajuda, contando as novidades. Os endereços das lotéricas que têm nosso carnê são:

• Lotérica Zebrão– Júlio de Castilhos 1367, em frente a Caixa Econômica Federal, Centro
• Lotérica do Shopping Iguatemi

Não esqueça de preencher uma ficha com os seus dados para que possamos mandar o jornalzinho!

Para pessoas que residem em outras cidades, podemos enviar o carnê pelo correio!

Adoções na chácara:
Em São Virgílio da 6a Légua, segundas, quintas e sábados das 15h às 17h.
As pessoas que adotarem devem preencher um termo de responsabilidade, devem levar documento, comprovante de residência e pagar uma taxa de contribuição de R$ 20 reais.

Campanhas de adoção:
Quase todos os domingos, são divulgadas antecipadamente nos meios de comunicação e no site da entidade. No estacionamento da Prefeitura, das 15h ás 16:30h. Deve ser levado também documento, comprovante de residência e R$ 20 reais. Teremos o bazarzinho com nossos produtos para vender e aceitamos doações de ração, jornal e etc.

Compra dos produtos da SOAMA:
Berloques Peças para Bijuterias
Avenida itália, 96 - Bairro São pelegrino - Fone: 30277664

Bichano Veterinária
Rua Bortolo Zani, 662 Sala 14 - Bairro Bela Vista - Fone: 3027.2957

Central de Rações
Rua: Marcílio Dias, 250 - Bairro Exposição - Fone: 3025.5935

Clínica Veterinária do Parque
Rua Dal Canalle, 2081 - Bairro Exposição - Fone: 3027.7191

Dalfovo Veterinária
Rua Sinimbu, 116 - Bairro Lourdes - Fone: 3228.2011

Doce Encanto Modas
Rua Guia Lopes, 644 - Bairro Centro - Fone: 3223.0055

Dog´s Life
Rua Dr. Montaury, 578 - Bairro Centro - Fone: 3025-7177

Lazzaris Embalagens
Rua Antonio Prado, 265 - Bairro Centro - Fone: 3215.1081

Loja da Márcia
Rua Pedro Giacomet, 1364 - Bairro Bela Vista - Fone: 3228.3860

Pegadas Consultório Veterinário
Rua Tronca, 3106 - Bairro Rio Branco - Fone: 3221.6040

Pró - Cão Veterinária
Rua São Paulo, 626 - Bairro Jardim América - Fone: 3219.3369

Provok Moda Intima
UCS- Galeria Universitária Sala 09 - Fone: 3212.5706

Spaço Omini
Rua Francisco Getúlio Vargas, 1130-Galeria Universitária - sala 18-Bairro Petrópolis

Stop Dog Veterinária
Av. Rio Branco, 2097 - Bairro Rio Branco - Fone: 3226.6292

Veterinária Pio X
Av. Rossetti, 140 -

Bairro Pio X - Fone: 3214.2288


CRUELDADE CONTRA ANIMAIS (Não coloquei as imagens do site pois nem mesmo eu consegui encará-las)
ABATEDOUROS

Comer carne ou não significa mais que simplesmente alimentação. Você come ou não carne por motivos econômicos, religiosos, culturais, éticos, etc.

O número de pessoas que decidiram se tornar vegetarianos no mundo vem crescendo e muito. Os motivos para isso são vários, o que queremos mostrar é a crueldade do método usado para abater os animais e denunciar o problema.

Como vivem e morrem os animais de consumo:

BOI
No Brasil eles são criados soltos. Em países frios como os do Cone Sul e da Europa eles São criados em lugares apertados e só comem ração porque o inverno queima o pasto.

Animais soltos muitas vezes passam fome, apanham pois o manejo é brutal e vivem cheios de parasitas.

No abatedouro o boi recebe uma um tiro de pistola de ar comprimido na testa para ficar desacordados por alguns minutos. Ele então é erguido por uma argola na pata traseira enquanto lhe cortam a garganta. O motivo para o animal ser sangrado vivo é que assim evita a proliferação de microorganismos.

No nosso país existem muitos abatedouros clandestinos e aí a morte do animal é mais cruel ainda. Eles recebem muitas pauladas e marteladas e ainda vivos e conscientes são sangrados e abertos, sentindo toda a dor do momento.

Bovinos e Eqüinos a Caminho do Prato


1º Estágio:
O animal chega à "central de empacotamento", e é colocado em uma área de espera.

2º Estágio:
O animal é enfileirado em um curral e um funcionário começa a conduzi-lo, com o auxílio de uma vara de eletrochoque, através de uma porta de aço.

3º Estágio:
É feito o pré-abate através de:
- pistola pneumática ou
- atordoamento elétrico ou
- golpes de marreta

4º Estágio:
O animal é pendurado em uma corrente pela pata traseira de cabeça para baixo (há a ruptura dos tendões da coxa, e o animal tem a carne rasgada pelo próprio peso).

5º Estágio:
É feita uma abertura para esfola do couro (muitos animais recobram a consciência e gritam de dor nesse momento).

6º Estágio:
É feita a degola e tanques aparam o jorro de sangue durante alguns segundos.

7º Estágio:
O animal é baixado e começa o processo de esfola total e parte dos cortes de tetas, patas e línguas.

8º Estágio:
O animal é arrastado em uma esteira onde há o corte em uma serra elétrica em duas metades, na posição da coluna vertebral.

9º Estágio:
A carcaça é levada para uma câmara de resfriamento (a carne ainda contém calor do sangue).

10º Estágio:
A carcaça é levada para a seção de corte em pedaços como os vistos em mercados e açougues.

É comum os animais chegarem vivos no 7º estágio. Há relatos em que o animal ainda estava piscando os olhos enquanto estava sendo retalhado.


GALINHAS
Essas também tem uma vida miserável. Nas granjas de criação e para obter ovos em maior quantidade, elas ficam enclausuradas em espaços menores que o tamanho delas, com luz durante 18 horas por dia (para não dormirem e comerem mais) e seus bicos são cortados. Os pintinhos machos são sacrificados num liquidificador gigante.

No abate a morte é rápida pois ficam presas numa esteira rolante e recebem um choque que desacorda a ave. Depois uma lâmina corta seu pescoço.

Aves a Caminho do Prato

1º Estágio:

São despejadas como lixo dos caminhões que as trazem.

2º Estágio:
Colocadas em um sistema de ganchos e transportadoras que fazem parte do sistema de abate automático.

3º Estágio:
Sofrem uma descarga elétrica que deveria causar a inconsciência para o abate, mas essa corrente é reduzida causando somente dor (níveis maiores de corrente endurecem a carne). As aves vão para o próximo estágio com plena consciência.

4º Estágio:
Processo de degola automática: as aves penduradas passam por uma máquina que vai degolando o pescoço.

5º Estágio:
São imersas em um banho escaldante.

6º Estágio:
Vão para a área onde serão depenadas e estrinchadas.

MUITAS VEZES AS AVES CHEGAM VIVAS NO 5º ESTÁGIO


PORCOS
São também criados em espaços mínimos onde não podem nem deitar para descansar. São confinados desde que nascem até o abate. Durante o nascimento dos porquinhos, a mãe fica atada a uma fivela apertada. Os porcos também deveriam ficar atordoados durante o abate e recebem um choque elétrico na cabeça, depois o animal é jogado em um tanque com água fervendo após o sangramento para facilitar a retirada da pele. Assim como os bois, alguns animais ainda estão vivos quando isso acontece.

Suínos a Caminho do Prato

1º Estágio:
Ao chegar do transporte, os porcos são conduzidos através de currais.

2º Estágio:
Os animais são desacordados através de eletrochoque dolorosos que, na maioria das vezes, causam somente a paralisia e os mesmos permanecem conscientes.

3º Estágio:
São então pendurados em correntes por uma das patas traseiras.

4º Estágio:
São degolados com uma faca afiada, onde se aguarda então o sangue escorrer para os tanques.

5º Estágio:
São imersos em água fervente (muitos animais são mergulhados conscientes na fervura).

6º Estágio:
Passam pelo processo de esfola onde a pele é toda retirada.

7º Estágio:
Chegam a mesa de corte onde são retirado suas vísceras e a carne cortada. Os animais são prensados o máximo possível para minimizar os custos.


CARNE DE VITELA
A carne de vitela é a carne do bezerro que é retirado do convívio da mãe cedo e são mantidos confinados em jaulas apertadíssimas para evitar que se movam e só tomam leite. Tudo para que a carne fique mais macia. O filhote fica anêmico. Por sua dieta ser pobre, ele fica indefeso perante doenças e é obrigado a tomar muitos antibióticos. O consumo de sua carne não é saudável.


PATOS E GANSOS
Eles sofrem muito pois são induzidos a comer sem parar para que seus fígados inchem, o famoso foie gras, patê tradicional e sofisticado. Os produtores enfiam um funil goela a baixo e os entopem de comida por meses.


MÉTODOS UTILIZADOS PELOS ABATEDOUROS:
Pistola Pneumática: Uma "pistola" é apontada para a cabeça do animal e uma vara de metal é disparada para dentro do cérebro. A pistola é projetada de modo que a haste jamais sai completamente, ela simplesmente vara a cabeça do animal e depois é puxada pelo açougueiro enquanto o animal desmaia.

Este disparo, como o animal se agita muito, nem sempre é certeiro e, freqüentemente, atinge o olho ou resvala na cabeça do animal, gerando ainda mais dor.

Atordoamento Elétrico: Os animais são conduzidos molhados a um corredor e dali tangidos com choques elétricos de 240 volts.

Choques Na Cabeça: Um atordoador elétrico é utilizado para produzir um ataque e a garganta do animal é cortada, deixando-o sangrar até a morte.

Golpes De Marreta: Utilizando-se de um martelo específico golpeia-se a cabeça do gado quebrando o seu crânio (essa técnica também é usada em vitelas, pois os ossos do crânio de filhotes são mais macios).

Nem sempre o martelo acerta com precisão a região que causa a inconsciência, podendo rasgar os olhos ou o nariz do gado.


O QUE FAZER
Se você não quiser ficar sem comer carne, algumas atitudes podem ser tomadas se você se comoveu com o sofrimento destes animais. Já existem em alguns supermercados ovos e frango caipira que são criados soltos, tomam sol e tem a companhia dos galos.

Os boi com certificado de origem são criados de melhor forma e com menos crueldade.

Se você puder fazer um pouco mais...

No mundo o número de vegetarianos está crescendo. O consumo de carne de vitela (bezerros retirados da mãe ao nascer, que ficam confinados para não se exercitar e não recebem alimento para a carne ser mais macia) caiu até 70%. Os supermercados incluíram produtos vegetarianos e “vegan” em suas prateleiras. A tendência de se adotar uma dieta sem a exploração de animais vem crescendo também pelo fato de ser mais saudável. Pra quem acha que não adianta parar de comer carne, saiba que cada ser humano vegetariano, salva 35 animais por ano. Se um único indivíduo para de comer carne, ao longo de 20 anos, é responsável por ter poupado 700 animais. Numa casa com 6 pessoas vegetarianas, seriam 4200 animais salvos, em 20 anos.

Grandes mudanças começam com atitudes individuais. Para os defensores dos animais, ser vegetariano é a maior contribuição que se pode dar pelo fim do sofrimento deles.

(Fonte: Revista Super Interessante)
ANIMAIS EM CIRCO

Você acha legal ver animais se apresentando no circo??? Então saiba da realidade:

Os animais de circo levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer. Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treinamento”: choques elétricos, chicotadas, privação de água e comida.

Ficam confinados sem as mínimas condições de higiene, sujeito à diversas doenças, não têm férias nem assistência veterinária adequada e são obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilômetros sem descanso etc...

Elefantes vivem em grupos na natureza e são extremamente inteligentes. Ficam de luto por seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes. Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza elefantes andam dezenas de quilômetros diariamente. No circo eles permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características de neurose de cativeiro.

Os grandes felinos são acorrentados. São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor. Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas. Passam, a maior parte de suas vidas, dentro de pequenas jaulas.

Os ursos têm o nariz quebrado durante o treinamento, têm garras e presas arrancadas, suas patas são queimadas, para forçá-los a ficar sobre duas patas, são obrigados a pisar em chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música. No picadeiro eles parecem dançar, mas estão lembrando da tortura. Alguns ursos se auto mutilam, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas.

Os macacos apresentam o mesmo comportamento de crianças que sofrem abusos. Apanham para obedecer e obedecem apenas por medo. Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.

Fonte: PEA
COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A CARROCINHA*

"Carrocinha" é como são conhecidos os Centros de Controle de Zoonoses (CCZs), órgãos municipais encarregados de capturar e sacrificar cães e gatos sem dono.

1. A CARROCINHA MATA. Somente uma pequena parte dos animais recolhidos são resgatados pelos donos ou adotados pela comunidade. A maioria dos cães e gatos s ão sacrificados ou doados para estudo em universidades, onde muitas vezes são torturados em experiências dolorosas (vivissecção), após as quais a morte é um verdadeiro alívio.

2. A própria Organização Mundial da Saúde NÃO recomenda a captura e extermínio de cães e gatos como forma de controle populacional e combate às zoonoses (doenças transmitidas por animais) e aponta como medidas eficazes a esterilização e a educação para a posse responsável de animais de estimação. A "carrocinha", além de ser um método cruel e ilegal, não representa solução para os bichos sem dono nos centros urbanos, não é humanitária, não é econômica e nem racional.

3. Os órgãos de Saúde Pública costumam dar a transmissão de doenças como desculpa para a matança de animais domésticos. Em geral os cães e gatos contraem doenças devido à negligência e falta de informação da própria comunidade, principal responsável pelo abandono de animais nas vias públicas. Enquanto a população não for orientada, continuará permitindo a procriação descontrolada de animais que passarão a viver nas ruas sem alimentação, higiene e cuidados preventivos, tendo como conseqüência as doenças. Trata-se de um ciclo vicioso onde os animais são vítimas da irresponsabilidade dos seres humanos. A tentativa do poder público de apresentar os animais como "criminosos", verdadeiras ameaças ao bem estar dos seres humanos, além de injusta, infere pânico à população, contribuindo ainda mais para sua ignorância com relação ao assunto, além de incentivar atos ilegais de abandono e maus tratos. Outra desculpa para a matança é que todos os animais recolhidos estão doentes, o que não é verdade. Eles, então, não merecem uma chance de serem curados?

4 . Em nome da saúde pública, atrocidades estão sendo cometidas pelos Centros de Controle de Zoonoses (CCZs) em todo o Brasil, com denúncias de animais mortos em câmaras de descompressão(o animal fica até dez minutos agonizando para morrer sem ar), por injeção letal sem aplicação prévia de anestésico, com eletrochoques(são molhados os pisos dos canis e um fio desencapado é usado para o choque) e até a pauladas(filhotes morrem assim também).

5. A maneira como os animais são capturados pode causar mutilação e ferimentos. Estes animais não são tratados e morrem em agonia.

6. Os CCZs sacrificam animais lá entregues por seus próprios donos. Este fato lamentável ocorre por diversas razões, desde a falta de condições de pagar tratamento veterinário, até por que o animal velho está sendo substituído por um filhote. A Prefeitura está não só utilizando indevidamente o dinheiro do contribuinte. Abre portas para uma forma cômoda de descarte, incentivando o comportamento irresponsável.


O QUE ACONTECE COM OS CÃES NA CARROCINHA

1. Ele é laçado sem delicadeza e jogado dentro do caminhão de apreensão, onde já estão outros cachorros também assustados e machucados e que lutam com desespero para tentar escapar.

2. Chegando ao depósito de animais eles são colocados em sua gaiola coletiva, à espera de que seu dono vá buscá-los e pague uma taxa para retirá-los.

3. No segundo dia seu cachorro é levado para uma segunda gaiola e ainda aguarda sem comer e sem beber por estar traumatizado ou ferido. Há vários casos de canibalismo entre os animais por fome.

4. No terceiro dia ele é levado para a gaiola da morte, onde seus captores escolhem quais morrerão na câmara de vácuo e quais serão levados escolas de medicina veterinária e laboratórios, onde serão usados como cobaias em experimentos desnecessários e que só são incluídos nos currículos porque a carrocinha os captura. Esses animais usados em experimentos morrem após intensos sofrimentos.

5. Apelamos para que você não deixe seu cachorro na rua e nunca deixe seu portão aberto para que ele "dê uma voltinha".

6. Se for necessário que ele vá a rua, leve-o com você seguro por uma coleira e guia. Dentro de sua casa o cachorro está seguro, pois invasão de domicílio é crime punido por lei.

7. Caso seu cachorro desapareça, procure-o no mesmo dia e nos dias seguintes em depósitos de animais apanhados pela carrocinha.

Fonte: UIPA
CAVALOS E CARROÇAS

Os cavalos usados para puxar carroça são, na maioria das vezes, mal alimentados, mal ferrados, não recebem qualquer atendimento veterinário, sendo obrigados a trabalhar além de suas forças, mesmo doentes e famintos.

São maltratados com carga excessiva, horários exaustivos de trabalho. Alguns praticamente não tem repouso e, quando fraquejam, são açoitados, inclusive com instrumentos escolhidos para causar grande dor.

No trânsito, são conduzidos por vias de movimento, horários de pico, sujeitos a inúmeros acidentes. Muitas vezes são conduzidos por menores em flagrante desobediência às leis de trânsito e à legislação.

Quando não servem mais, são abandonados em beiras de ruas e estradas, acabam sendo atropelados ou morrem miseravelmente de fome e sede. Alguns são entregues à matadouros, quase na sua totalidade clandestinos, para um abate cruel e geralmente são repassados para o comércio como carne de boi.

O sacrifício de eqüinos, em alguns lugares do Brasil, é um processo cruel, anti-ético e ilegal. É aplicado choque elétrico, com os pólos colocados no focinho do animal e outro pólo introduzido no ânus ou utiliza-se veneno, espancamento ou morte por anoxia com produtos curariformes (o animal tem uma morte por paralisia dos músculos e não pode respirar ou manifestar qualquer sofrimento morrendo em agonia profunda, sentindo tudo que lhe acontece, pois está consciente).

Como ajudar: exija a fiscalização do Detran, já que os carroceiros desrespeitam o Código Nacional de Trânsito, chame um policial ao perceber que o animal não agüenta o peso, se está debilitado ou se está sendo mal tratado, e cite a Lei de nº 9.605/98 de Crimes Ambientais e escreva para jornais locais e para a Prefeitura.

Fonte: PEA

EXPERIÊNCIAS EM ANIMAIS

Milhões de animais são utilizados em pesquisas cientificas muitas vezes ineficazes, obsoletas e cruéis. Existem vários métodos alternativos.

Vivissecção é a dissecação de animais VIVOS para estudos e testes em animais expõem animais a substâncias químicas, geralmente sem anestésicos, podendo ou não envolver o ato da vivissecção. Alguns testes comuns:


Irritação dos Olhos:
Os produtos são aplicados diretamente nos olhos dos animais conscientes durante o período do teste que normalmente dura uma semana e os animais podem sofrer de dor extrema e mutilação e geralmente ocorre a cegueira. Para prevenir que os bichos arranhem os olhos, são imobilizados em suportes, de onde somente as suas cabeças se projetam. É comum que seus olhos sejam mantidos abertos permanentemente através de clips de metal que seguram suas pálpebras. O teste normalmente causa danos irreparáveis aos olhos dos animais, deixando-os ulcerados. No final do período eles são mortos para averiguar os efeitos internos das substâncias experimentadas. Os coelhos são os animais mais utilizados nos testes. No entanto, os olhos de coelho são um modelo pobre para olhos humanos.


Irritação da Pele:
Consiste em imobilizar o animal enquanto substâncias são aplicadas em peles raspadas e feridas (fita adesiva é pressionada firmemente na pele do animal e arrancada violentamente; repete-se esse processo até que surjam camadas de carne viva).


LD 50:
Teste para detectar qual a quantidade de substância que matará a metade do grupo de animais, num tempo pré-determinado, se ingerida ou inalada forçadamente ou, exposta de alguma maneira. Criado em 1920, serve para medir a toxicidade de certos ingredientes, é conduzido por alguns dias e utiliza 200 ou mais animais. Durante o período de teste, os animais sofrem dores angustiantes, convulsões, diarréia, supuração e sangramento nos olhos e boca. No fim, os animais que sobrevivem são sacrificados. Anualmente, cerca de 4 a 5 milhões de animais nos EUA são obrigados a inalar e a ingerir (por tubo inserido na garganta) loções para o corpo, pasta dental, amaciantes de roupa e outras substâncias potencialmente tóxicas


Testes de toxidade alcoólica e tabaco
Animais são obrigados a inalar fumaça e se embriagar, para que depois sejam dissecados.


Experimentos na área da psicologia
Estudo comportamental, incluindo privação da proteção materna, inflição de dor, afastar os animais da convivência de outros animais para a observação do medo, etc.


Experimentos armamentistas
Os animais são submetidos a radiação de armas químicas e biológicas, assim como a descargas de armas tradicionais. São expostos, ainda, a gases e são baleados na cabeça, para estudo da velocidade dos mísseis.


Pesquisas dentárias
Os animais são forçados a manter uma dieta nociva com açúcares, e hábitos alimentares errôneos para, ao final, adquirirem cáries e terem gengivas descoladas e a arcada dentária removida.


Teste de colisão
Os animais são lançados contra paredes de concreto. Babuínos, fêmeas grávidas e outros animais são arrebentados e mortos nesta prática.
PELES

Os seres humanos não têm o direito de torturar e matar outras espécies. Há milhares de anos, quando os homens ainda viviam em cavernas, era necessário usar peles de animais para garantir a sua sobrevivência. No inverno, uma das funções básicas do vestuário é manter-nos aquecidos. Existem vários tecidos que cumprem esta função e não prejudicam os animais. Usar peles por vaidade é um absurdo. Saiba mais sobre os 3 milhões e 500 mil animais que são sacrificados todos os anos em nome da vaidade humana.

Os métodos de criação e abate de animais são cruéis. Eles são mantidos em jaulas de tamanho inadequado, se auto mutilam e têm comportamento neurótico devido ao confinamento. Para não danificar a pele, há duas formas mais usuais de abate: a quebra da coluna cervical e a eletrocussão anal. Algumas vezes os animais ficam apenas atordoados e acordam enquanto estão sendo esfolados, sofrendo dores atrozes ainda vivos. Animais silvestres que têm seus membros presos em armadilhas sofrem tanta dor que literalmente comem suas patas para tentar escapar. Incapazes de comer, ingerir água ou de se defender contra predadores, passam dias presos. Muitos morrem antes mesmo do caçador chegar para coletá-los. Se sobrevivem, são mortos a pauladas para que se evite qualquer dano à pele.

Muitas pessoas usam a desculpa que alguns animais são criados e não caçados. A tortura é a mesma. S ão vários os animais abatidos para o mercada das peles, entre eles:

Pele de coelho: A França mata mais de 70 milhões de coelhos para a produção de peles. São mantidos em gaiolas sujas e pequenas e passam sua vida equilibrando-se precariamente nos finos arames de suas jaulas, nunca tendo a chance de cavar, pular ou brincar com animais de sua espécie.

Pele de foca: O Canadá autoriza o abate de filhotes de focas sob o pretexto de “controle populacional” pois seriam ameaça ao bacalhau. As focas se alimentam basicamente de lulas, que são predadores do bacalhau. Na verdade, os bluebacks, filhotes de menos de 12 dias mortos a marretadas, são o alvo preferido dos caçadores porque sua pele branca e macia tem alto valor comercial. Em 2005, a cota será de um milhão de focas.

Não compre peles e envie cartas e emails para estilistas que usam peles em suas coleções para que parem com esta prática. Deixe-os saber como você se sente sobre essa prática cruel.

Fonte: PEA

RINHAS

Existem rinhas de cães, de galos e até de canários.

Dois cães são colocados juntos para brigarem e a “luta” só termina quando o dono do cão desiste ou quando um animal morre. Cão de Rinha é um cão como outro qualquer, que foi “treinado e estimulado”, desde pequeno, para combater outro cão. É um cão que não teve escolha. Ele apenas APRENDEU o que o SEU DONO ENSINOU. Culpar o cão pelos atos do homem é o mesmo que condenar à prisão, um revólver usado em um crime.

As pessoas envolvidas em rinhas freqüentemente estão envolvidas também em outras atividades ilegais como jogos e tráfico de drogas. Muitos animais gravemente feridos são abandonados pelo seu dono após a rinha, pois os gastos na sua recuperação são geralmente altos.

Os galos são equipados com afiadas lâminas de metal e são forçados a lutar até a morte. Normalmente nos galpões usados para as rinhas, as aves são mantidas em caixas de madeira apertadas. Os galos ficavam em compartimentos minúsculos, sujos e mofados e recebem doses de anabolizantes. Os que sobrevivem às rinhas, muitas vezes, perderam as cristas, ficam cegos, e com vários cortes e hematomas graves.

A recuperação desses animais é muito difícil. Eles apresentam seqüelas (começaram bicar a si mesmos, os outros galos, pedras e tudo que vêem pela frente) depois de soltos por até um ano e meio. Nesse período, muitos morrem. Eles caem de lado e começam a convulsionar. A realidade é cruel demais.

Se você souber de casos de rinha, denuncie para o Ministério Público. Exija que a lei seja cumprida.
RITUAIS RELIGIOSOS

Devemos respeitar as religiões e estas devem respeitar o direito dos outros, inclusive os dos animais. Durante a Semana Santa, repete-se no país inteiro as práticas mais cruéis contra os animais, algumas pela ignorância de tipos fanáticos. Atos de crueldade contra animais: animais com os olhos vazados, com membros mutilados, animais menores costurados vivos dentro de animais maiores, animais com o focinho costurado, a boca repleta de nomes de desafetos dos feiticeiros, animais de ventre aberto, de coração arrancado, galinhas com pescoço rasgado, etc Os animais utilizados são, em via de regra: galos, cabritos, carneiros, pombos e galinhas da angola; machos e fêmeas, além de répteis. O abate é cortando o pescoço com faca. Após "imolar" o animal, cujo sangue é derramado, em local determinado, são retirados os "axés", que são as vísceras principais (moela, rim, pulmão, coração...) que serão cozidas ou fritas, colocados num oberó (prato de barro) e oferecidas aos orixás. A carne, será consumida normalmente pelas pessoas.

Os animais no candomblé são considerados simplesmente como oferendas aos orixás.

Fonte: Manual do Fala Bicho e Pea
RODEIOS

Os rodeios são promovidos como exercícios de coragem e valentia da habilidade humana em conquistar as bestas ferozes e indomadas do velho Oeste. Na realidade, os rodeios não são nada mais do que uma exibição manipulada do domínio humano sobre os animais, mal disfarçado de "entretenimento". O que começou no final do século XIX como um concurso de habilidades entre cowboys se transformou num show motivado por ganância e lucro.

Os eventos padrão de um rodeio incluem laçar um bezerro, corpo a corpo com um novilho, montar um cavalo e um touro sem arreios, selar um potro chucro e ordenhar uma vaca selvagem. Os organizadores de rodeios alegam que o animal trabalha apenas por oito segundos, como se não houvesse centenas de horas de treinos não supervisionados, muitas vezes, com o mesmo animal. Eles contestam também que os animais utilizados são selvagens e que pinoteiam por índole. Caso fosse verdade o sedem não seria necessário e o animal não pararia de pular após a retirada do mesmo.

- Laçada de bezerro: animal de apenas 40 dias é perseguido em velocidade pelo cavaleiro, sendo laçado e derrubado ao chão. Ocorre ruptura na medula espinhal, ocasionando morte instantânea. Alguns ficam paralíticos ou sofrem rompimento parcial ou total da traquéia.

- Laço em dupla/team roping: dois cowboys saem em disparada, sendo que um deve laçar a cabeça do animal, e o outro as pernas traseiras. Em seguida os peões esticam o boi entre si, resultando em ligamentos e tendões distendidos, além de músculos machucados.

- Bulldog: dois cavaleiros, em velocidade, ladeiam o animal que é derrubado por um deles, segurando pelos chifres e torcendo seu pescoço.

As ferramentas usadas são:

Sedem: artefato de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. Objetos.

Peiteira e sino: consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila com sino que estressa pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.

Esporas: às vezes pontiagudos, são aplicados pelo peão tanto na região do baixo-ventre do animal como em seu pescoço, provocando lesões e perfuração do globo ocular.

Choques elétricos e mecânicos: aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena.

Fonte: Apasfa e Pea
TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES

O tráfico de animais silvestres no Brasil representa a terceira maior atividade ilícita do mundo, em termos de recursos mobilizados, perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas.

É um tanto difícil calcular o quanto o tráfico de animais silvestres movimenta por ano no mundo, por ser uma atividade ilícita, mas conforme alguns dados, estima-se que alcance U$ 10 bilhões/ano. No Brasil certamente podemos falar em torno de 10 a 15% do comércio mundial, ou seja, o equivalente a U$ 1 a 1,5 bilhões/ano.

Dos animais silvestres comercializados no Brasil, estima-se que 30% são exportados. O principal fluxo de comercio ilegal nacional dirige-se da região Nordeste para a região Sudeste, precisamente o eixo Rio-São Paulo.

Os animais, principalmente aves, vêm socados dentro de caixas de sapato e malas onde permanecem por horas a fio sem água e quase sem ar. Para driblarem a angústia, o medo e a agitação do animal praticam todo tipo de tortura e crueldade , como a mutilação, cegueira e administração de calmantes e bebidas alcoólicas. A maioria dos animais morre. Muitos animais são ainda filhotes.

Não compre animais silvestres e denuncie: ligando para Linha Verde-Ibama 0800-618080 ou nas delegacias de meio ambiente, polícia militar e federal.

Fonte: SOS Fauna e Pea

TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES

O tráfico de animais silvestres no Brasil representa a terceira maior atividade ilícita do mundo, em termos de recursos mobilizados, perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas.

É um tanto difícil calcular o quanto o tráfico de animais silvestres movimenta por ano no mundo, por ser uma atividade ilícita, mas conforme alguns dados, estima-se que alcance U$ 10 bilhões/ano. No Brasil certamente podemos falar em torno de 10 a 15% do comércio mundial, ou seja, o equivalente a U$ 1 a 1,5 bilhões/ano.

Dos animais silvestres comercializados no Brasil, estima-se que 30% são exportados. O principal fluxo de comercio ilegal nacional dirige-se da região Nordeste para a região Sudeste, precisamente o eixo Rio-São Paulo.

Os animais, principalmente aves, vêm socados dentro de caixas de sapato e malas onde permanecem por horas a fio sem água e quase sem ar. Para driblarem a angústia, o medo e a agitação do animal praticam todo tipo de tortura e crueldade , como a mutilação, cegueira e administração de calmantes e bebidas alcoólicas. A maioria dos animais morre. Muitos animais são ainda filhotes.

Não compre animais silvestres e denuncie: ligando para Linha Verde-Ibama 0800-618080 ou nas delegacias de meio ambiente, polícia militar e federal.

Fonte: SOS Fauna e Pea
VITELA

Milhares de bezerros são mortos, criados em gaiolas minúsculas para que não desenvolvam nem enrijeçam músculos, a fim de serem abatidos e vendidos como VITELA ou BABY BEEF, que é considerada uma carne nobre por sua maciez.

Vitela ou Baby Beef – o que você não vê:
Sendo uma carne alva, tenra e considerada deliciosa, a vitela é apreciada em todo o mundo. Conseqüentemente, é uma das comidas mais caras que se conhece, o que estimula a ambição dos criadores, em sua ânsia por lucros. Assim que nascem, as pequenas vacas são retiradas da presença da mãe e isoladas em compartimentos individuais onde recebem um banho frio e passam a se alimentar com leite fornecido não em tetas, mas em recipientes ou canaletas. O ato de sugar, importante para esses pequenos seres, não lhes é permitido, o que produz um alto índice de ansiedade. Costumam então sugar qualquer coisa que lhes é dada, como dedos, pontas de roupas, etc.


Confinamento:
Sua carne deve ser branca e macia. Para isso é necessário que os músculos dos animais não se tornem avermelhados, como os tecidos de vacas adultas. A técnica de produção da vitela mostra que é preciso evitar a atividade muscular para impedir a oxigenação dos músculos. Para isso, os animais devem ser mantidos em pequenas celas que impeçam seus movimentos. Depois de um tempo, os animais são forçados a permanecer em pequenos currais individuais onde somente conseguem ficar de pé com o pescoço virado para a direita ou para a esquerda. Em dias alternados, funcionários mudam a cabeça do animal cada dia para um lado. Raramente têm a cabeça voltada para frente com o pescoço esticado, pois isso permitiria a movimentação dos músculos do pescoço. Esse processo é mais comum algumas semanas depois do nascimento.


Alimentação:
Ainda para evitar o tingimento dos músculos, os bebês são forçados a uma dieta completamente isenta de ferro, o que lhes provoca uma fraqueza profunda. A ausência do mineral em seus corpos produz uma grande ansiedade por tudo aquilo que possa conter ferro, mas até a água que lhes é fornecida é desmineralizada, Por isso os animais lambem pregos e material metálico das celas e até mesmo sua própria urina.
Fonte: Rancho dos Gnomos e Pea

QUEM ACHAR QUE PRECISA CONFIRMAÇÃO, VÁ NO SITE DA SOAMA:
http://www.soama.org.br/crueldade_abatedouros.shtml

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