Solidariedade

Solidariedade
Foto: Blog "tododiaumtextonovo"

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Ainda há muita gente boa e solidária, Graças a Deus!

Ainda bem, meu Deus, que as pessoas de bom coração e solidárias não desapareceram, nesse mar de iniquidades em que vivemos.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Oração da paz

Oração da paz - Oração de S. Francisco de Assis

Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
Onde houver erros, que eu leve a verdade;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei com que eu procure mais consolar,
que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado;
Pois é dando que se recebe;
É perdoando, que se é perdoado;
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

Muito parecido com o da abertura do Blog. É bom saber que há ainda bondade no mundo.

Isso é Brasil adicionou uma nova foto.

domingo, 28 de julho de 2013

Recém-nascido foi deixado na rua na noite mais fria do ano

Postado por Mercedes Varcarcel
Os latidos de uma cachorra salvaram a vida de um bebê em Curitiba (PR). A mãe do recém-nascido abandonou a criança em frente a uma casa na noite mais fria do ano na cidade.

O barulho feito pela cadela Laila acordaram os vizinhos, que conseguiram socorrer a criança. O bebê recebeu o nome de Carol pelas enfermeiras do hospital. De acordo com o hospital, a menina apresentava um quadro de hipotermia leve. Os exames mostram que ela tem quadro estavel. Os médicos acreditam que o bebê tinha acabado de sair do hospital quando foi abandonado
Agora te faço a pergunta??? 
Quem é o animal da História,apesar que nem os animais fazem isso com suas crias



https://www.facebook.com/pages/Lealdade-Animal/292329170882882

domingo, 16 de junho de 2013

Aeroportos recorrem a cães para desestressar passageiros

'Terapia' com cachorros é oferecida em Los Angeles e San Jose, nos EUA,
Viajantes podem interagir com animais em programa voluntário.

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/06/aeroportos-recorrem-caes-para-desestressar-passageiros.html
Da Associated Press
6 comentários
Cão distrai passageiros no Aeroporto Internacional de Los Angeles (Foto: Damian Dovarganes/AP Photo)Cão distrai criança no Aeroporto Internacional de Los Angeles (Foto: Damian Dovarganes/AP Photo)
 Aeroporto Internacional de Los Angeles recebeu recentemente um novo grupo de cães. Mas a função deles não é procurar por drogas ou bombas. Eles passeiam em busca de passageiros estressados e oferecem a eles um pouco de companhia, uma barriga para acariciar ou uma pata para cumprimentar.
Cães do programa para desestressar passageiros no Aeroporto Internacional de Los Angeles (Foto: Damian Dovarganes/AP Photo)Voluntários levam cães por aeroporto
(Foto: Damian Dovarganes/AP Photo)
Lançado em abril, o programa voluntário Pets Unstressing Passengers (pets desestressando passageiros) recorre a cães para tentar reduzir o nível de estresse na viagem, causado pelas multidões, pelas filas longas e pela espera.
"Você consegue perceber o nível de estresse baixando. As pessoas começam a rir, estranhos começam a conversar uns com os outros e todo mundo sai se sentindo muito bem”, diz Heidi Huebner, diretora do programa.
Os cachorros são de várias raças: há dálmatas, dobermanns, poodles. Para participar, eles precisam ser saudáveis, espertos, estáveis e bem comportados. E passam pelo sistema de segurança como todos os passageiros.
Os voluntários são orientados a evitar pessoas que não gostam de cães, têm medo ou alergia. Na maior parte das vezes, são os próprios passageiros que abordam os animais, identificados com roupas e bandanas vermelhas.
11 de Setembro
O Aeroporto Internacional Mineta San Jose, na Califórnia, foi pioneiro no uso da terapia com cães para desestressar passageiros. O programa começou por acaso, logo após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001.
Um funcionário pediu autorização para levar seu cachorro para distrair os passageiros ansiosos e temerosos, que não podiam viajar devido à suspensão de voos em todo o país. O animal fez tanta diferença para o ânimo dos viajantes que o aeroporto formalizou o programa e agora tem nove cães.
Um deles é Henry James, um golden retriever de cinco anos de idade. “Seu trabalho é ser tocado”, define a voluntária Kyra Hubis.
Cães do programa para desestressar passageiros no Aeroporto Internacional de Los Angeles (Foto: Damian Dovarganes/AP Photo)Passageiros brincam com cães (Foto: Damian Dovarganes/AP Photo)

domingo, 9 de junho de 2013

Não deixem de acompanhar o blog http://freibentoofm.blogspot.com.br/ É maravilhoso e a base da bondade..

Cadela 'heroína' que perdeu focinho volta às Filipinas após tratamento

09/06/2013 08h50 - Atualizado em 09/06/2013 08h50 http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/06/cadela-heroina-que-perdeu-focinho-volta-filipinas-apos-tratamento.html

Kabang' perdeu o focinho ao salvar duas meninas em acidente.
Cadela foi submetida a uma cirurgia reparadora nos Estados Unidos.

A cadela vira-lata chamada "Kabang", que perdeu o focinho ao salvar duas meninas de um acidente nas Filipinas, voltou ao país asiático após passar sete meses nos EUA, onde foi submetida a uma cirurgia reparadora.
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'Kabang' voltou para as Filipinas depois de passar sete meses nos EUA (Foto: Bullit Marquez/AP)'Kabang' voltou para as Filipinas depois de passar sete meses nos EUA (Foto: Bullit Marquez/AP)
"Kabang" ficou famosa no país asiático após um ato heroico. Em 2011, a cadelinha se jogou propositalmente em frente a uma motocicleta para evitar que as duas meninas fossem atropeladas na cidade de Zamboanga.
Durante o episódio, o animal acabou prendendo a cabeça na roda e perdeu parte do focinho.
A história ganhou o noticiário local e uma grande quantia em dólar foi arrecadada para a cirurgia reparadora de Kabang, enviada ao hospital veterinário de uma universidade da Califórnia.
Durante os meses de tratamento, a cadelinha também foi curada de um câncer e de verme do coração.
A universidade explicou que o focinho de Kabang não pôde ser reconstruído totalmente, mas que a intervenção vai protegê-la de infecções e proporcionar ao animal uma vida normal.
'Kabang' durante visita ao zoológico de Manila neste domingo (9) (Foto: Aaron Favila/AP)'Kabang' durante visita ao zoológico de Manila neste domingo (9) (Foto: Aaron Favila/AP)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

19/07/2012 17h41 - Atualizado em 19/07/2012 17h55 Cachorro sobrevive após oito dias preso em contêiner que ia para a Índia

Animal foi encontrado no Porto de Santos, durante inspeção da Alfândega.
Donos do cachorro foram localizados no interior de São Paulo.

Do G1 Santos
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Bolinha passou oito dias presa em contêiner (Foto: Divulgação / Receita Federal)Bolinha passou oito dias presa em contêiner (Foto: Divulgação / Receita Federal)
Se em um momento de puro azar uma cadelinha assustada com fogos de artifício resolveu se esconder em um contêiner, que seria lacrado em seguida, pode-se dizer que por muita sorte a cachorra foi encontrada bem, oito dias após o incidente. Bolinha, como a cachorra é chamada, viajou de Espírito Santo do Pinhal, no interior de São Paulo, até o Porto de Santos, no litoral do estado, onde foi encontrada por funcionários da Alfândega. A cachorra foi encontrada no dia 4 de julho, mas a história foi divulgada apenas nesta quinta-feira (19) pela Receita Federal.
Uma empresa do interior paulista despachou para exportação uma máquina agrícola desmontada, acondicionada em doze contêineres. O equipamento seria enviado para a Índia. Durante 30 dias, esta mesma empresa havia efetuado mais de 20 exportações para diversos países e nenhum destes despachos havia sido alvo de conferência fiscal.
Contêiner onde cadela foi encontrada (Foto: Divulgação / Receita Federal)Contêiner onde cadela foi encontrada
(Foto: Divulgação / Receita Federal)
O destino de Bolinha parecia certo mas, poucas horas antes do contêiner ser enviado para a Ásia, a carga acabou sendo selecionada para passar por uma conferência física. O servidor responsável pela conferência decidiu abrir todas as cargas e, para surpresa dos funcionários, a cadela vira-lata, de cor preta, saiu correndo do compartimento, bastante assustada. Após a inspeção do contêiner, funcionários encontraram algumas caixas de papelão bastante roídas, e concluíram que o animal comeu o papelão em desespero por causa da fome.
Bolinha foi alimentada e levada ao veterinário. Funcionários da Alfândega entraram em contato com a empresa responsável pelo despacho da carga e descobriram que a cadela estava sendo procurada em Santo Antônio do Pinhal. Bolinha era a mascote do galpão da fábrica. Comovidos com a história de sobrevivência, o dono da fábrica pediu para um motorista buscar a cachorrinha e levar de volta para o interior de São Paulo.

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2012/07/cachorro-sobrevive-apos-oito-dias-preso-em-conteiner-que-ia-para-india.html

sexta-feira, 9 de março de 2012

A ponte do Arco-Iris

 Para os meus amados amiguinhos e para todos os outros que se foram dessa vida, acarinhados ou maltratados. Eu os amo muito.
 
 
"Neste lado do paraíso existe um lugar chamado Ponte do Arco-Íris. Quando um animal morre, aqueles que foram especialmente queridos por alguém, vai para a Ponte do Arco-Íris. Lá existem campos e colinas para todos os nossos amigos especiais, pois assim eles podem correr e brincar juntos. Lá existe abundância de comida, água, e raios de sol, e nossos amigos estão sempre aquecidos e confortáveis. Todos os animais que já ficaram doentes e velhinhos estão renovados com saúde e vigor; aqueles que foram machucados ou mutilados estão perfeitos e fortes novamente, exatamente como nós nos lembramos deles nos nossos sonhos, dos dias que já se foram.
Os animais estão felizes e alegres, exceto por uma coisinha: Cada um deles sente saudades de alguém muito especial, alguém que foi deixado para trás. Todos eles correm e brincam juntos, mas chega um dia quando um deles para de repente e olha fixo na distância. Seus olhos brilhantes estão atentos; seu corpo impaciente começa a tremer levemente. De repente, ele se separa do grupo, voando por sobre a grama verde, mais e mais rápido.
Você foi visto e quando você e seu amigo especial finalmente se encontrarem ficarão unidos num reencontro de alegria, para nunca mais se separar. Os beijos de felicidade vão chover na sua face; suas mãos vão novamente acariciar tão amada cabecinha, e você vai olhar mais uma vez dentro daqueles olhos cheios de confiança, que ha muito tempo haviam partido da sua vida, mas que nunca haviam se ausentado do seu coração. Então vocês, juntos, cruzarão a ponte do Arco-Íris."
http://www.portalnossomundo.com/site/anjos.html

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Filhotes de cachorros são resgatados em casa abandonada em Osasco

04/02/2012 07h14 - Atualizado em 04/02/2012 12h50o

Seis cães foram encontrados na terça (31) em casa na Vila Menck.
Vídeo foi postado na internet com as imagens do resgate.

Do G1 SP
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Cachorra Kim foi a última a ser encontrada; embaixo de pilha de lixo (Foto: Fabiano Correia/ G1)Cachorra Kim foi a última a ser encontrada; embaixo de pilha de lixo (Foto: Fabiano Correia/ G1)
Seis filhotes de cachorros foram encontrados em uma casa abandonada no bairro de Vila Menck, em Osasco, na Grande São Paulo, na terça-feira (31). Aline Aragoni, recepcionista de 30 anos, participou do resgate e postou um vídeo na internet nesta sexta (3) que mostra como foi a ação (veja trecho ao lado).
“Os antigos inquilinos saíram da casa e deixaram os filhotes trancados lá dentro. A gente teve que chamar um chaveiro pra arrombar o portão e entrar”, conta Aline. Um grupo de quatro pessoas foi até o local na segunda-feira (30) e deu comida para os animais. O resgate foi feito na terça. “Quando os cachorros perceberam que a gente estava entrando, eles se esconderam em uns buracos, na tubulação que estava aberta, e por isso foi difícil encontrá-los.”
A casa, que fica na Rua Joaquim Nabuco, estava abandonada havia três dias. Os inquilinos saíram do local sem pagar o aluguel e deixaram para trás uma residência em péssimas condições. Tatiana Tiemi, que gravou o vídeo do resgate, conta que eles estavam na casa havia cerca de quatro anos. “Meus tios moram no Japão e alugaram a casa há uns quatro anos. Eles nunca pagaram o aluguel e estavam para ser despejados, aí foram embora”, conta.
Aline Aragoni levou os seis filhotes para sua casa (Foto: Fabiano Correia/ G1)Aline Aragoni levou os seis filhotes para sua casa
(Foto: Fabiano Correia/ G1)
Ao chegar à casa, na terça-feira, uma das cachorras logo apareceu. Um segundo filhote foi encontrado ao lado da tubulação do banheiro. No cômodo, o grupo apenas conseguia ouvir o choro de outro cachorro e, por isso, começou a quebrar o piso para tentar encontrar os demais. Três filhotes foram encontrados embaixo das lajotas.
Na saída, o choro de outro cão chamou a atenção deles. O sexto filhote, chamada posteriormente de Kim, estava escondido embaixo de escombros que eram usados como uma rampa na saída do terreno. “Eu ouvi o choro de um cachorro e comecei a mexer no lixo. Aí encontrei a Kim lá no meio”, diz José Neto, que também ajudou a destruir o piso do banheiro.
Os filhotes, que têm cerca de 2 meses de vida, foram levados para a casa de Aline Aragoni. De banho tomado e bem alimentados, eles esperam agora encontrar pessoas dispostas a adotá-los. “Eu já tenho três animais em casa. Com mais seis fica muito difícil, por isso preciso que alguém adote”, afirma Aragoni.
Os antigos inquilinos estão desaparecidos e, por isso, nenhum boletim de ocorrência sobre maus-tratos foi registrado. Quem tiver interesse em adotar um dos filhotes pode entrar em contato com Aline pelo e-mail alnaragoni@gmail.com.
José Neto, Aline Aragoni, Tatiana Tiemi e Victor Guisller participaram de resgate dos filhotes (Foto: Fabiano Correia/ G1)José Neto, Aline Aragoni, Tatiana Tiemi e Victor Guisller participaram de resgate dos filhotes (Foto: Fabiano Correia/ G1)
 http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/02/filhotes-de-cachorros-sao-resgatados-em-casa-abandonada-em-osasco.html

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Veterinária que adotou Titã vira símbolo de proteção aos animais

16/01/2012 18h33 - Atualizado em 17/01/2012 12h36

Animal enterrado vivo ganhou lar e cinco novos amigos.
Profissional ficou assustada com assédio da imprensa.

Alan Schneider Do G1 Rio Preto e Araçatuba
228 comentários
Titã mora com três cadelas e um gato na casa da veterinária (Foto: Alan Schneider/G1)Titã mora com três cadelas e um gato na casa da veterinária (Foto: Alan Schneider/G1)
A veterinária Viviane Cristina da Silva, “mãe adotiva” do filhote vira-lata Titã, símbolo nacional de superação a maus-tratos depois de ficar enterrado por 12 horas no quintal de uma casa em dezembro do ano passado, em Novo Horizonte, no interior de São Paulo, falou ao G1 Rio Preto e Araçatuba sobre a recuperação do animal. A profissional ficou assustada com o assédio da imprensa. O novo integrante da família Silva mora com três cadelas e um gato.
Cachorro fica na porta da clínica ao lado da cadela Zara (Foto: Alan Schneider/G1)Cachorro fica na porta da clínica ao lado da
cadela Zara (Foto: Alan Schneider/G1)
Titã está cada vez melhor e virou o guardião da clínica veterinária. “Ele e outra cadela me acompanham para o trabalho”, disse Viviane. A situação estava muito grave quando Titã chegou pela primeira vez ao local. “Recebi o cachorro e entrei em choque ao saber o que tinha passado. Fizemos os primeiros atendimentos e me encontrei com o pessoal da ONG Protetora dos Animais de Novo Horizonte. Decidimos manter o cachorro na clínica”, disse Viviane.
Pouco mais de um mês em tratamento, Titã superou a todos os procedimentos com firmeza. Uma transfusão de sangue foi fundamental para a recuperação começar a acontecer. “Entramos com a cara e com a coragem para conseguir recuperá-lo. Antes, cada exame que a gente fazia desanimava mais ainda. O estado dele era muito grave. Repetimos vários hemogramas e foi inevitável a transfusão de sangue”, informou.
O otimismo deu as caras e reconquistou o sorriso na veterinária. “Não esperava, mas o que aconteceu com o Titã é que ele se tornou um símbolo de maus-tratos. Além de passar por tudo isso, resistiu de uma maneira inacreditável, lutou mesmo para sobreviver. Na hora que chegou na clínica chorei muito. Falava com ele o tempo todo para ser forte. Acho que me ouviu”, contou emocionada.
As duas primeiras semanas que Titã entrou na vida da veterinária não foram fáceis. A profissional declarou que ficou apavorada com a repercussão na imprensa. “Foi assustador. No começo não sabia lidar com isso. Às vezes parecia que a imprensa estava invadindo a minha privacidade. Depois percebi que devia informações em respeito às pessoas preocupadas com Titã. Não tinha como esconder o estado do animal, sendo que todos torciam pela recuperação da saúde dele. Tive que me acostumar”. Hoje, ela brinca. “Nunca arrumei tanto amigo jornalista em um mês. Aliás, não tinha nenhum”.
saiba mais
Sobre a fama que conquistou com a divulgação do caso, Viviane não se deslumbra. “Vi alguns comentários na internet. Não me considero uma heroína, ou merecedora de algum mérito, vejo isso como sendo a minha obrigação. A partir do momento que escolhi essa profissão, abraço qualquer causa e faço tudo ao meu alcance para salvar a vida de um animal”, enfatizou.
E a paixão pelos bichos não é recente. A decisão de se tornar uma profissional vem de muito cedo. Formada há 4 anos, Viviane diz ter nascido com o desejo de cuidar dos animais. “Uma história que meus pais contam é que aos 4 anos, eu já falava que queria ser veterinária. Eles diziam que viraria uma. Um dia cheguei para a minha mãe e perguntei o que era uma veterinária? Minha mãe explicou que era o médico dos animais. Daí, eu concordei. Mas coloquei uma condição, que todos os animais que cuidasse seriam meus. Uma utopia, infelizmente não é possível fazer isso, mas, com alguns eu consegui, tenho seis e estou muito feliz”, relembrou.
AdoçãoViviane revelou que foi Titã que a escolheu para viver. “O tempo todo o pessoal vinha perguntando se tinha alguém para adotá-lo. A fila era grande. Na verdade eu não estava interessada em ficar com o cachorro, embora já tivesse muito carinho. Foi o Titã que me escolheu. Um dia na minha casa quando tentei tirar uma foto, ele subiu no meu colo e lambeu o meu nariz. Então, olhei e disse: tá bom, eu te aceito. Daí em diante ele ficou comigo”.

Na casa da veterinária, Titã já se sente bem ao lado dos novos amigos Luid, o gato, e das cadelas Cacau, Leona e Zara. “Todas as histórias são marcantes. A primeira que adotei estava na faculdade. Foi uma filhote abandonada na sarjeta com uma pata fraturada. O segundo eu decidi adotar um cachorro que estivesse morrendo quando fosse abrir minha clínica. Me ligaram e fui ver um animal em estado parecido com o do Titã. Levei para casa e hoje é uma vira-lata linda. Recentemente peguei uma poodle doada pela proprietária. Ela veio com uma pele em estado ruim, mas bem alimentada. A dona não tinha condições de tratá-la mais", explicou.
Já os gatos foram abandonados na porta da casa da profissional. “Não estavam maltratados, mas o abandono já é uma covardia. Mia fica na clínica e, Luid, em casa”, contou.
Cachorro receb carinho da nova 'mãe' (Foto: Alan Schneider/G1)Cachorro recebe carinho da nova 'mãe'
(Foto: Alan Schneider/G1)
“Uma coisa que queria para 2012 é que a gente aprendesse um pouquinho com esses, que chamamos de irracional. Para um dia a gente olhar bem no fundo dos olhos deles e não ter vergonha de ser um ser humano”, disse.
Recuperação de Titã
A cicatrização na córnea do olho direito de Titã foi uma surpresa para o oftalmologista Lucas Cossi. “Para mim, na parte oftalmológica, superou as expectativas do olho direito. Acabou cicatrizando sem muitas explicações. Ele é um guerreiro e virou símbolo de como querer viver e lutar contra todos os problemas que atingiram a vida dele”.
Sobre a lesão, Cossi disse que o próprio animal pode ter agravado o local. “O cão pode ter se coçado. É isso que pode ter progredido a ponto de furar o olho direito. Depois de mais um mês, a córnea cicatrizou, uma coisa difícil de acontecer, e não será mais preciso qualquer procedimento cirúrgico. A terra nos olhos incomodou e ele pode ter agravado. O olho direito ainda tem uma visão de 20%, mas enxerga apenas vultos. Já o olho esquerdo está normal”, concluiu.
Titã faz pose no Fusca da veterinária (Foto: Alan Schneider/G1)Titã faz pose no Fusca da veterinária (Foto: Alan Schneider/G1)

http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/2012/01/tita-vira-guardiao-de-clinica-veterinaria-em-novo-horizonte-sp.html


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Homem arrisca a vida para salvar gata em cima de poste no RS

Gata fugiu de cachorros e ficou cerca de 10 horas no topo do pilar.
Dona só ficou sabendo que se tratava do seu animal pela imprensa.

Vinicius Rebello e Luiz Antonio Barbará Do G1 RS
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Cléber Alves salvou um gato que estava em cima de um poste (Foto: Rodrigo Assmann/Gazeta do Sul)Cléber Alves salvou um gata que estava em cima
de um poste (Foto: Rodrigo Assmann/Gazeta do Sul)
A gata Neguinha passou por um sufoco em Santa Cruz do Sul, no interior do RS. Por volta das 7h de segunda (19), para fugir de cães furiosos, teve que escalar um poste elétrico com cerca de 10 metros de altura.
Alves trabalhava em um alambrado perto do poste quando avistou o animal. Sem conseguir descer, ficou no topo do pilar até o final da tarde, quando Cléber Alves, de 31 anos, arriscou a vida para salvar o animal.
"Todos duvidaram e eu subi lá para salvar o bichinho", disse ao G1 o homem, que trabalha na construção de cercas na cidade.
Assustada, Neguinha arranhou o braço de Cléber quando o homem tentou resgatá-la. Depois de uma rápida conversa e um pequeno afago, o animal ficou mais calmo e permitiu o salvamento.
Célia Fritz, a dona de Neguinha, disse ao G1 que havia notado o desaparecimento da gata logo pela manhã. Porém, só ficou sabendo que o animal que havia virado notícia na cidade era seu quando o viu pela televisão, à noite.

.http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2011/12/homem-arrisca-vida-para-salvar-gato-em-cima-de-poste-no-rs.html

 

Protetores de animais se unem para reduzir abandono em Porto Alegre

 

26/12/2011 08h53 - Atualizado em 26/12/2011 09h19

Número de bichos nas ruas é estimado por ONGs em pelo menos 500 mil.
Internet surge como grande aliada da causa.

Tatiana Lopes Do G1 RS
Comente agora
Sara dedica boa parte de seu tempo para cuidar dos animais (Foto: Arquivo pessoal)Sara dedica boa parte de seu tempo para cuidar dos
animais (Foto: Arquivo pessoal)
Basta caminhar pelas ruas de Porto Alegre para perceber um dos problemas da cidade: os animais abandonados. São pelo menos 500 mil. De acordo com estimativa da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda) e ONGs, para cada três moradores da capital gaúcha, há um cão ou gato sem lar. Para reduzir esses números, amantes dos bichos se unem e criam diversos abrigos independentes.
O G1 conversou com três grupos de protetoras. Duas abrigam animais abandonados em seus sítios, próximos a Porto Alegre. Juntas, elas somam, entre cachorros, gatos e até um cavalo, 638 animais. “Já chegou ao limite. Por falta de espaço, tenho cerca de 20 cães em casas de passagem”, explica Paula Lopes, do Projeto Adoradores de Vira-Latas.
Jamais tiraria dinheiro dos 'cuscos', muito ao contrário, parte do meu eu dou a eles"
Sara Vieira, ONG Anjos de Patas
Na ânsia de ajudar, algumas chegam a se endividar. É o caso de Sara Vieira, da ONG Anjos de Patas. Até o início de dezembro, ela acumulava uma dívida de R$ 12 mil na distribuidora de ração. “Levo R$ 3 mil, e compro mais. Faz uns seis meses que não consigo baixar. Já vendi meu carro para comprar o sítio que tenho e que é a casa deles”, conta a protetora, que trabalha em uma empresa de gesso. Apesar das dificuldades, ela dá um jeito de seguir com o projeto: “Jamais tiraria dinheiro dos 'cuscos', muito ao contrário, parte do meu eu dou a eles”, completa.
Táxi-dog e hospedagem para garantir ração aos cães
A ajuda que vem de fora é sempre bem-vinda. As protetoras se mantêm com o apoio de pessoas que também lutam pela causa. Recebem doações de ração e até de dinheiro. Outra forma de arrecadação é a organização de brechós e feiras para venda de artigos para animais.
Diferente de Sara, que tem um trabalho paralelo, Paula se dedica integralmente à proteção dos animais. Para amenizar as dificuldades, além das vendas que também promove nas feirinhas, ela criou outros meios para se manter, como o táxi-dog. “Não tenho como ter outro trabalho. Para ter uma renda extra faço hospedagem e táxi-dog, um serviço para quem precisa transportar algum animal machucado que é encontrado nas ruas, por exemplo, e não tem como levá-lo a alguma clínica”, conta.
Sítio de Paula recebe doações para se manter (Foto: Arquivo pessoal)Paula recebe doações para manter o sítio (Foto: Arquivo pessoal)
O trabalho da Seda
Pelo lado da Prefeitura, a Seda encaminha para atendimento cerca de 70 animais por semana a uma clínica veterinária licitada, localizada na Zona Norte da cidade. Um veículo doado pela Associação de Transportadores de Passageiros (ATP) visita comunidades de Porto Alegre e recolhe os bichinhos. “O ônibus tem capacidade para 31 cães e gatos. Funciona com pré-agendamento. Nas segundas e quartas recolhemos, e terças e quintas devolvemos os animais”, explica a coordenadora da área de medicina veterinária da secretaria, Márcia Gemerasca.
Ônibus da Prefeitura transporta animais para cuidados especiais (Foto: Guerreiro/Divulgação PMPA)Ônibus da Prefeitura transporta animais para
cuidados especiais (Foto: Guerreiro/Divulgação PMPA)
É no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) que os animais sem lar são abrigados. Estão no local 60 cães e 12 gatos que foram abandonados. Assim como muitos outros, eles esperam por adoção. “Não podemos virar um depósito de animais. Eles recuperam-se e voltam aos seus donos e lares, ou para quem os resgatou. Se não puderem ficar com o animal, eles permanecem aqui, mas sempre procuramos o encaminhamento”, diz Gemerasca.
Para evitar o aumento de animais nas ruas, a Seda investe na castração e na identificação por microchip. Quando um cão ou um gato é adotado, seus dados ficam gravados na internet. Se ele se perder ou for abandonado, é possível fazer a localização. O procedimento também é adotado por clínicas veterinárias.
Internet como aliada
É por meio das redes sociais que as protetoras encontram o principal canal de divulgação da causa e, consequentemente, conseguem mais ajuda. Fotos e informações enviadas por qualquer pessoa que tenha algum animal para adoção, por exemplo, são publicadas nas páginas de blogs e Facebook.
“Só posso agradecer pela ajuda na internet, além de sempre conseguir bons adotantes, todos os dias aparecem pessoas querendo doar R$ 10, doar ração... Tudo ajuda muito”, diz Sara.
A internet também é a melhor amiga de pessoas que se uniram para ajudar a encontrar lares para animais abandonados. É o caso de três amigas que fundaram o projeto Animal é tri!, em Porto Alegre. Ao contrário de Paula e Sara, elas não têm um sítio para abrigo e adoção, por isso mantêm cães e gatos nas próprias casas, em protetoras ou em casas de passagem, que cobram cerca de R$ 120 por mês por animal.
“Hoje temos mais de 20 esperando adoção”, conta Tathiana Jaeger, que é professora estadual e dá aula de artes visuais em duas escolas. Além dela, Cláudia Cantagalo e Marcela Mourão estão no projeto. “Pela nossa página já conseguimos muitas coisas, a internet forma uma corrente do bem muito grande”, acrescenta.
Em um ano de trabalho, o Animal é tri! contabiliza 40 adoções. A página do projeto no Facebook também divulga casos de outras protetoras. Por isso, recebeu o nome de Mural dos Bichos RS. Em quatro meses no ar, já soma mais de 2.700 fãs. Em breve, as amigas pretendem fazer do projeto uma ONG.
COHEÇA ALGUMAS PROTETORAS
Anjos de Patas
Projeto Adoradores de Vira-Latas
Projeto Animal é Tri!
Contato com a Seda: Pedidos de atendimento, denúncias de maus-tratos e dúvidas sobre o trabalho da Seda são recebidos através do telefone 156.
  http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2011/12/protetores-de-animais-se-unem-para-reduzir-abandono-em-porto-alegre.html

 

 

Apoio da população

Nos comprometemos, no blog, a só postar notícias de finais felizes. Mas temos colocado algumas de maus tratos. A razão é que está havendo uma maior conscientização quanto aos maus tratos de animais e crianças a população tem atuado de forma a pará-los, denunciá-los à polícia, utilizar amplamente a internet para divulgar os fatos. Muitos dos monstros já devem ter se arrependido. É essa a razão de colocarmos notícias que fazem o coração doer.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

MONSTRO!!!!!

Cachorro enterrado vivo passará por cirurgia em Novo Horizonte, SP

Um olho pode ter sido atingido por ferramenta quando era enterrado

08.12.2011 | Atualizado em 08.12.2011 - 19:26


O filhote de cachorro de 4 meses que passou 12 horas enterrado vivo no quintal da casa de um aposentado, em Novo Horizonte, no interior de São Paulo, deverá passar por cirurgia no olho nos próximos dias. Segundo o presidente da Associação Protetora dos Animais “Mão Amiga”, Marco Antonio Rodrigues, várias pessoas entraram em contato com a entidade querendo ajudar a salvar o cão. “Teve gente de Boston, nos Estados Unidos, pedindo o número da conta da associação".
Com sarna e o olho esquerdo machucado, Titã, nome que ganhou dos funcionários da associação, está recebendo toda atenção da veterinária Viviane Cristina da Silva. Ela disse que os últimos exames apontaram piora no estado de saúde dele. "A anemina é grave, o que mostra que o cachorro sofria maus-tratos há tempo". O ferimento no olho deve ter sido provocado por alguma ferramenta. “Estamos tentando salvá-lo, mas a situação dele é bastante crítica”, disse. O animal deve permanecer internado por pelo menos 15 dias. A cirurgia no olho será feita na clínica da veterinária Viviane, em Novo Horizonte.
Ele deve permanecer internado por pelo menos 15 dias. A cirurgia será feita na clínica da veterinária Viviane, em Novo Horizonte. Marco Antonio também contou que a população da cidade está revoltada.
Segundo o presidente da associação, o antigo dono do cachorro, que mora com um irmão no Parque Centenário, não foi visto mais pela cidade nas últimas horas. “É impressionante uma pessoa ter coragem de fazer uma crueldade como essa. O aposentado deve ter percebido o mal que causou”.

Titã, resgatado após ficar enterrado, é atendido por veterinária
Doação
Pelo menos sete pessoas estão aguardando ansiosas qual será o futuro de Titã. São os candidatos a adotar o animal. Jonga Madureira, de 30 anos, publicitário, morador na zona sul da capital paulista,b é um deles. “Estou disposto a cuidar e adotá-lo. Além disso, pagar todas as despesas de viagem e do tratamento. Tenho dois cachorros e uma chinchila. Eu e minha noiva adoramos animais.  Foi impressionante o que fizeram com esse cachorro em Novo Horizonte”, contou.
Colaboração Quem quiser colaborar com Titã e com a Associação “Mão Amiga”, o número da conta é: Caixa Federal, agência 0801 e conta-corrente 003-864-7. O nome Titã significa “filho da terra" ou "salvo da terra”. Ele já é considerado símbolo de coragem para os moradores da cidade.

http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/cachorro-enterrado-vivo-passara-por-cirurgia-em-novo-horizonte-sp/

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Cão salva gatinhos abandonados para morrer em estrada dos EUA

Uol

Um cão resgatou dois filhotinhos de gato abandonados e deixados para morrer em uma estrada dos EUA.

Os gatinhos foram colocados dentro de um saco e jogados em uma estrada movimentada da região do condado de Madison, na região rural do Estado de Iowa. O cão Reagan encontrou o saco e o levou até a sua dona. O animal ficou diante da dona até que ela abrisse o saco.

A dona de Reagan ouviu o miado de gatinhos dentro do saco. Quando verificou o que tinha dentro, encontrou dois filhotinhos cobertos de sangue.
"O instinto do cão foi tão educado que [Reagan] não matou os filhotes. Com todo aquele sangue, alguns cães poderiam responder ao cheiro. Reagan é um herói", disse Linda Blakely, do Raccoon Valley Animal Sanctuary, que abriga os gatinhos atualmente.

Os gatos estavam tão fracos quando foram encontrados que poucos acreditavam que eles pudessem sobreviver. Eles tiveram que ser alimentados a cada duas horas e hoje, quase três meses depois de terem sido encontrados, estão saudáveis e têm uma vida normal.

Os filhotes, que ganharam os nomes de Skipper e Tipper, estão disponíveis para adoção no Raccoon Valley Animal Sanctuary. As informações são do "WHOTV.com".
Publicada: 06/12/2011 08:54| Atualizada: 06/12/2011 08:53 
http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=100153
Um cão resgatou dois filhotinhos de gato abandonados e deixados para morrer em uma estrada dos EUA.

Os gatinhos foram colocados dentro de um saco e jogados em uma estrada movimentada da região do condado de Madison, na região rural do Estado de Iowa. O cão Reagan encontrou o saco e o levou até a sua dona. O animal ficou diante da dona até que ela abrisse o saco.

A dona de Reagan ouviu o miado de gatinhos dentro do saco. Quando verificou o que tinha dentro, encontrou dois filhotinhos cobertos de sangue.
"O instinto do cão foi tão educado que [Reagan] não matou os filhotes. Com todo aquele sangue, alguns cães poderiam responder ao cheiro. Reagan é um herói", disse Linda Blakely, do Raccoon Valley Animal Sanctuary, que abriga os gatinhos atualmente.

Os gatos estavam tão fracos quando foram encontrados que poucos acreditavam que eles pudessem sobreviver. Eles tiveram que ser alimentados a cada duas horas e hoje, quase três meses depois de terem sido encontrados, estão saudáveis e têm uma vida normal.

Os filhotes, que ganharam os nomes de Skipper e Tipper, estão disponíveis para adoção no Raccoon Valley Animal Sanctuary. As informações são do "WHOTV.com".

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cadela cega e seu cão-guia chegam à casa dos novos donos na Inglaterra

31/10/2011

Casal foi escolhido entre mais de 2 mil interessados em adotar os animais.
Cadela dinamarquesa e seu companheiro foram abandonados em abrigo.

Os felizes novos donos passeiam com os cães Lily e Maddison (Foto: Reprodução/Daily Mail)Os felizes novos donos passeiam com os cães Lily e
Maddison (Imagem: Reprodução/Daily Mail)
Depois de mais de 2 mil pessoas na Grã-Bretanha se oferecerem para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu cão-guia, a dupla canina Lily e Maddison finalmente ganharam novos donos, segundo noticiou o site do "Daily Mail".
Anne Williams, de 52 anos, e seu marido Len, bombeiro aposentado de 53, se apaixonaram pelos animais quando souberam que eles estavam disponíveis para adoção. "Sempre tivemos dois cachorros, gosto que eles tenham companhia. Então ter os dois em casa não parecia um desafio tão grande", conta Anne, que é gerente de seguradora.
O casal ficou sem cães em casa desde que a filha deles se mudou com os dois setters ingleses, cinco meses atrás. Eles moram em uma área rural de Cheshire.
A cadela Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.
O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus donos não puderam mais cuidar dos animais, em julho deste ano.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/cadela-cega-e-seu-cao-guia-chegam-casa-dos-novos-donos-na-inglaterra.html

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Operário desce túnel de 11 metros de profundidade para resgatar cadela

Animal estava preso há 12 horas em um buraco de terra em uma obra.
Grupo de operários montou 'operação de resgate', em Maring
á

 

27/04/2011 14h06 - Atualizado em 27/04/2011 16h19
Um grupo de operários de uma linha de trem em Maringá, no Norte do Paraná, resgatou uma cadela que estava há 12 horas presa em um buraco de terra de 11 metros de profundidade, na manhã desta quarta-feira (27).

Na noite de terça-feira (26), os vizinhos da obra ouviram latidos que vinham do meio da terra e chamaram o Corpo de Bombeiros, que não foi atender a ocorrência. Quando os trabalhadores chagaram no canteiro, nesta quarta, se comoveram e montaram uma ‘operação de resgate’.

Um dos operários desceu os 11 metros do túnel e ficou 15 minutos lá embaixo até subir com a cadela, chamada Djulia, no colo.

Segundo os trabalhadores da linha de trem, a cadela sempre aparece na obra e normalmente no horário de almoço deles e depois vai embora.
http://g1.globo.com/parana/noticia/2011/04/operario-desce-tunel-de-11-metros-de-profundidade-para-resgatar-cadela.html

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cão ajuda a resgatar corpos de seus donos em Teresópolis (RJ)

O vira-lata Caramelo ajudou a resgatar os corpos de seus donos, soterrados durante a chuva da semana passada, e não arredou pé da sepultura deles.
Ele vivia com sua dona, Cristina Maria Cesário Santana, e outras três pessoas numa casa do bairro Caleme, um dos mais devastados em Teresópolis. A casa foi soterrada e a família morreu. O cão escapou, mas ficou cavando até localizá-los.
Quando as equipes de resgate chegaram ao local, foram guiadas por Caramelo até os corpos. Ele foi resgatado pela ONG Estimação. Não queria sair do lado da cova de sua dona e agora está muito carente. Pula no colo de qualquer pessoa que se aproxime.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/861565-cao-ajuda-a-resgatar-corpos-de-seus-donos-em-teresopolis-rj.shtml
17/01/2011

sábado, 21 de agosto de 2010

Mulher salva cachorro jogado no Rio Tietê pelo dono na Grande SP

Homem ameaçou me bater quando chamei a polícia’, conta administradora.
Cão ganhou nome de Tobias, em homenagem a bombeiro que o tirou do rio.

21/08/2010 07h14 - Atualizado em 21/08/2010 07h14
Marcelo Mora Do G1 SP
O vira-lata Tobias foi jogado no Rio Tietê, de ponte em Mogi 
das Cruzes, na Grande São Paulo, porque comeu os ovos que a galinha do 
dono dele havia botadoO vira-lata Tobias foi jogado no Rio Tietê, de ponte em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, porque comeu os ovos que a galinha do dono dele havia botado (Foto: Mariana Albano/Arquivo Pessoal)

Para felicidade do vira-lata Tobias, a administradora de empresas Mariana Albano, de 28 anos, estava no lugar certo, na hora certa. Por volta das 9h30 de quinta-feira (19), quando se dirigia ao trabalho, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ela viu quando o cachorro foi jogado pelo próprio dono no Rio Tietê, de uma ponte no centro de Mogi das Cruzes. “Eu estava passando pela ponte de carro e vi três pessoas olhando para baixo. Eu cheguei a ver o cachorro caindo”, contou.
Inconformada, ela parou e desceu do carro. “Questionei as pessoas e uma senhora me apontou o homem que tinha jogado o cachorro. Era um senhor entre 60 e 70 anos. Não era um homem em situação de rua, mas dava para perceber que era alguém carente”, disse Mariana. Em seguida, ela começou a discutir com ele, acusando-o de ter cometido um crime ao jogar o animal no rio.
“Ele me disse: ‘O cachorro é meu. Eu mato na hora que eu quiser’. Ele contou que tinha outros cinco cães e que sabia cuidar deles”, relatou Mariana. Segundo ela, a justificativa dada para que Tobias fosse jogado no rio era porque ele tinha comido os ovos botados pela galinha dele. “O cachorro devia estar morrendo de fome. Ele está muito magro, abatido”, disse a administradora.
Mariana, então, começou a chorar e a gritar, pedindo ajuda para que o cachorro não morresse afogado. O homem, vendo o desespero dela, a ameaçou. “Ele veio pra cima de mim, ameaçando me bater, quando peguei o celular e disse que iria chamar a polícia. Eu gritava e chorava e, mesmo assim, ninguém parou para ajudar.” Em seguida, o homem fugiu de bicicleta.
A segunda parte do drama teve início diante da resistência da polícia em atender a ocorrência. Ela, inicialmente, foi orientada a acionar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Ao afirmar que se tratava de um crime federal maltratar animais, conseguiu que fosse enviada uma equipe ao local. Em seguida, ligou para o Corpo de Bombeiros.
Enquanto isso, Tobias lutava para não ser arrastado pela correnteza nem morrer afogado. Com muito esforço, ele conseguiu nadar até a margem do rio, cujo ponto é ladeado por muros de empresas. “Não tinha como ele sair de lá. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia. No entanto, eu precisava resgatar o cachorro, que iria morrer e se ele preferia isso a me deixar entrar”, contou.
Homenagem
Os bombeiros chegaram pouco tempo depois. Segundo Mariana, um deles desceu por uma corda até a margem do rio e conseguiu atrair o cachorro, que estava assustado. Depois, amarraram o cachorro por uma corda e conseguiram erguê-lo até a ponte. Aos policiais, ela forneceu a descrição do homem que jogou o cachorro no rio e, em seguida, entrou em contato com a Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes. “Em cinco minutos, o delegado veio ao local me atender. Tiramos fotos do cachorro e ele garantiu que iria divulgar o caso para encontrar o responsável."
O cachorro ganhou o nome de Tobias em homenagem ao sargento dos bombeiros que o tirou do rio, de acordo com a administradora. O animal foi levado para a casa da mãe, também em Mogi das Cruzes, onde foi alimentado e medicado. O próximo passo agora será encontrar um novo lar para o cão. “Vamos deixá-lo prontinho para ser doado.”
Apesar de já ter retirado das ruas e ter conseguido doar mais de 20 gatos e cerca de dez cachorros, ela não se considera uma protetora de animais. “Era algo que eu fazia individualmente, sem pedir qualquer ajuda. Faz pouco tempo que descobri na internet essa rede de protetores”, afirmou.
No dia 23 de dezembro de 2009, ela resgatou um cão da raça fila que viu desmaiado no acostamento da Rodovia Mogi-Dutra. “Ele estava machucado quando o encontrei. Depois que ele foi tratado e alimentado, ele dormiu por três dias seguidos. Agora, está na minha mãe também. Dei o nome de Klaus, em homenagem a Santa Klaus, porque o encontrei perto do Natal. É o cão mais doce que já vi”, contou.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/mulher-salva-cachorro-jogado-no-rio-tiete-pelo-dono-na-grande-sp.html
 

terça-feira, 17 de agosto de 2010

‘Protetores’ bancam hotel para cães resgatados nas ruas de SP

17/08/2010 12h33 - Atualizado em 17/08/2010 14h59

Gasto pode variar de R$ 250 a R$ 450 por mês, conforme o porte do animal.
Grupo usa a internet para trocar informações e conseguir doação dos cães


Marcelo Mora Do G1 SP
A publicitária Iracema Lima é recebida com festa pelo 
'pit-lata' Carlito, mantido em um hotel para animais de estimação em 
Cotia, na Grande São PauloA publicitária Iracema Lima é recebida com festa pelo 'pit-lata' Carlito, mantido em um hotel para animais de estimação em Cotia, na Grande São Paulo (Foto: Marcelo Mora/G1)
‘Amigão’ é o nome que um cão da raça husky ganhou da jornalista Débora Gonçalves ao ser resgatado de uma rua na Casa Verde, na Zona Norte de São Paulo, por volta das 16h30 do dia 30 de dezembro. Na madrugada chuvosa do mesmo dia, ela já havia avistado o cachorro em uma praça próxima à casa dela. Logo na primeira olhada, percebeu se tratar de um animal abandonado.
Ao reencontrá-lo horas mais tarde e diante do estado debilitado e enfermo do cão, decidiu retirá-lo da rua. “Ele estava super mal, com fome, dois tipos de sarna, ferido nas pernas e tinha um problema no quadril”, lembra Débora. Ao seguir o impulso, a jornalista deparou-se com o primeiro obstáculo: para onde levá-lo? Ela mora em um apartamento de dois quartos também na Casa Verde.
Na primeira noite, o husky foi levado para um veterinário, que o medicou. Mas a clínica não tinha condições de abrigar animais. No dia seguinte, Débora o transferiu para uma clínica veterinária que também funciona como hotel para animais de estimação no mesmo bairro.
Lá, Amigão, além da hospedagem, recebeu tratamento veterinário, alimentação e banho. Sem ter onde criá-lo, a solução, provisória, foi manter Amigão no hotel. Com ele já recuperado, Débora passou a enviar e-mails para conhecidos para tentar a doação do animal.
Sem saber, a jornalista passou a conhecer e a integrar um grupo cujos integrantes se autodenominam ‘protetores’ e que utilizam a internet para trocar informações, pedir ajuda e apoiar quem resgata animais maltratados e abandonados nas ruas das mais diversas regiões da Grande São Paulo.
Depois de tratá-los, mesmo que para isso tenham de pagar hospedagem em hotéis, por não ter onde criá-los, essa rede de protetores se mobiliza, então, para encontrar novos lares – estáveis e seguros – para estes animais. Apesar do contato frequente, muitas destas pessoas nem se conhecem pessoalmente. O que as une é a paixão pelos animais.
A história da Débora é semelhante à de muitos protetores, que começaram seguindo um impulso de resgatar um animal abandonado na rua. A grande maioria, no entanto, não para neste primeiro impulso. E passa a dedicar grande parte do tempo – e, em alguns casos, do orçamento – a essa atividade.
A psicóloga e educadora Sônia Zaitune, por exemplo, depois de uma troca de e-mails e de telefonemas com outros protetores, pegou seu carro no início da noite de segunda-feira (9) e se dirigiu às pressas para a Avenida Rebouças, quase na interligação com a Avenida Consolação, na região da Paulista. No local, havia três cães amarrados em pleno canteiro central, no meio do trânsito caótico do horário de pico na capital.
A vira-lata Vitória foi um dos animais resgatados por um 
protetor; depois de recuperada, ganhou um larA vira-lata Vitória foi um dos animais resgatados
por um protetor; depois de recuperada, ganhou
um lar (Foto: Divulgação / Iracema Lima)
Sônia encontrou os animais exatamente onde indicaram para ela, mas não foi necessário resgatá-los. “Os três estavam amarrados, mas pertenciam a moradores de rua, que naquele horário se dirigem a um restaurante que dá refeição gratuita para eles ali perto”, disse.
A psicóloga admite que tenta se controlar, para evitar de recolher novos animais na rua. “Já mexeu no orçamento doméstico e já estou tendo problemas conjugais”, justificou. Por isso, ela tenta mudar sua forma de atuação, mas sem deixar de lado a preocupação com cães e gatos.
“Estou pensando em atuar mais no lado da educação, da prevenção, para evitar que o abandono aconteça”, disse. Hoje, ela mantém quatro cães em dois hotéis distintos, fora os que têm em casa, para economizar. Em dois anos, perdeu as contas de quantos resgatou e, posteriormente, conseguiu a adoção.
A publicitária Iracema Nogueira Lima, por sua vez, começou como protetora há seis anos, tirando da rua um vira-lata que ganhou o nome de Pop e mandando-o direto para um hotel. Desde então, contabiliza mais de 50 animais resgatados. De novembro de 2009 a maio de 2010, ela chegou a bancar 17 cães em uma clínica veterinária e hotel. “Consegui doar todos”, orgulhou-se.
Atualmente, mantém apenas um ‘pit-lata’ – cruzamento de pit bull com vira-lata – de nome Carlito, em um hotel em Cotia, na Grande São Paulo. Ela considera que faz pouco pelos animais abandonados.
“Eu não fazia parte. Você acaba entrando nesta rede do bem e descobrindo gente que faz coisas incríveis. Eu fico com vergonha do pouco que eu faço”, disse, logo após ser recebida com festa e lambidas em uma rápida visita a Carlito. Entre as suas ações, está a meta de pagar a castração de ao menos seis animais por mês. “É importante para fazer o controle demográfico, pois o abandono de cães e gatos é muito grande”, justificou.
Histórias parecidas vivenciaram também a gerente financeira Alessandra de Sanctis e o professor Lincoln Seiji Teshima. Há cinco anos, quando resgatou uma pit bull de rinha das ruas, Alessandra nem imaginava que um dia seria tratada como uma protetora. “Ele estava péssima, toda machucada, dentes serrados, doença de verme, carrapato. Gastei uma fortuna para tratá-la, mas estou com ela até hoje. A partir daí, comecei a reparar em animais na rua”, contou.
De lá para cá, foram mais de 30 animais resgatados, tratados em clínicas veterinárias/hotéis e colocados para adoção. “Isso mexe com você. Passei a não conseguir deixar estes animais na rua. Meu marido passou a entender isso depois que resgatou um poodle”, relatou.
Casa alugada
Já o professor Lincoln, sem condições de pagar hotel, começou a cuidar de cães na rua ou em praças mesmo, a partir de 2004. A atividade ganhou tamanha proporção na vida dele que, em vez de hotel, decidiu pagar R$ 550 de aluguel de uma casa, no Parque Santa Madalena, na Zona Leste de São Paulo, para manter 17 cachorros e oito gatos.
As consequências deste ato de caridade estão interferindo diretamente em sua vida pessoal, apesar de toda a colaboração que obtém de veterinários e outros protetores. “Foi piorando a qualidade de vida. O orçamento já estourou há muito tempo. Virou uma bola de neve. Peço ajuda à rede de protetores para pagar os custos”, revelou.
A atuação da rede de protetores, por outro lado, virou uma oportunidade de negócios. O Hotel e Canil Virtuous, de Cotia, onde o ‘pit-lata’ Carlito está ‘hospedado’, tem capacidade para 70 cães. “Estamos com capacidade completa. Cerca de 98% deles são de ao menos 10 protetores diferentes e estão para adoção”, disse o proprietário Gastón Alonso, de 35 anos.
A mensalidade cobrada varia de acordo com o porte do animal: de R$ 250, pelos menores; R$ 350, pelos médios; e R$ 450, pelos grandes. O preço inclui a hospedagem, alimentação, banho e tosa. Tratamento veterinário e medicamentos são à parte. De acordo com os protetores, o primeiro mês é sempre o mais custoso, dado o grau de debilidade em que se encontra o animal resgatado.
O husky Amigão, que foi abandonado na véspera do Ano Novo e 
que, depois de ser tratado, também foi adotadoO husky Amigão, que foi abandonado na véspera
do Ano Novo e que, depois de ser tratado, também
foi adotado (Foto: Divulgação / Débora Gonçalves)
Tanta dedicação e sacrifício, no entanto, têm a sua compensação para o protetor ao obter a doação do cão. A exemplo de outros protetores, Débora Gonçalves experimentou esta sensação pela primeira vez ao conseguir um lar seguro para o husky Amigão, no final de junho passado.
“Fica um misto de satisfação com preocupação, porque ele estava recuperado, mas não queria que ele voltasse para rua. Então, fiquei me questionando como seria uma família ideal, com um local ideal, espaço amplo, para ele morar, correr. Uma família, da Casa Verde mesmo, se interessou. Levei ele lá, conheci as pessoas e eles gostaram do Amigão. E posso visitá-lo de vez em quando para saber se está sendo bem tratado. Fiquei mais tranquila. E não tem como descrever essa sensação de que ele ganhou um lar. Se não tivesse retirado ele da rua aquele dia, acho que teria morrido de pneumonia ou alguma outra doença”, disse Débora.

 http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/08/protetores-bancam-hotel-para-caes-resgatados-nas-ruas-de-sp.html